Estudo do DIEESE mostra que trabalho intermitente não gerou novas vagas de emprego e paga menos que salário mínimo

Dentro da política de desmonte dos direitos trabalhistas iniciada no governo Temer e intensificada no governo Bolsonaro, só quem perde são os assalariados. O discurso oficial para a reforma trabalhista era a criação de muitas novas vagas de emprego e redução do desemprego, mas não é bem assim que esta acontecendo. Estudo do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mostra que uma das marcas da reforma, a criação do trabalho intermitente, não só não gerou aumento de vagas de trabalho como passou a penalizar os trabalhadores com salários abaixo do Salário Mínimo. O salário médio desta modalidade foi de R$ 763,00.
O número de contratos intermitentes representou 0,13%do estoque de empregos formais, em 2018, e 0,29%, em 2019, segundo o DIEESE.

E nada mostra que este quadro irá mudar no período próximo. Economia lenta, empregos em baixa mas concentração de renda em alta. este é o nosso Brasil neste inicio de 2020.

Veja o trabalho do DIEESE:

Clique para acessar o boletimEmpregoEmPauta14.pdf

Veja matéria de mesmo teor na Revista Exame:

https://exame.abril.com.br/economia/trabalho-intermitente-nao-gera-vagas-e-paga-menos-que-minimo-diz-dieese/?fbclid=IwAR2SbfpXUPYfgHWZMFZlDD4YVjAzgT4T_3tSopBXMO4ZW_vGUwXnrwG9HEM

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